olho-te e sinto fome, som grave que ecoa pelas entranhas e seca a garganta, que atordoa o caminhar na rua ao pendurar sua imagem numa das paredes de dentro do meu cérebro e o que eu mais queria era meter as mãos pelos pés os dedos pela língua na carne escarlate que pinga o desejo tão longo tão longe tão logo tão confortável quanto um arrepio que atravessa a espinha
eu eu eu eu eu eu eueueueueueue u